ONG “Eu Sou José” promove campanhas para diagnosticar vírus da Hepatite

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    Está em pleno funcionamento em Campina Grande a ONG “Eu Sou José” atuando em conjunto com a Secretaria de Saúde do Município de Campina Grande e com o ISAS — Instituto Social de Assistência, promovendo campanhas com médicos e enfermeiras, fazendo testes que podem diagnosticar se a pessoa está ou não infectada pelo vírus B ou C da Hepatite. A entidade tem à frente o vice-prefeito de Campina Grande, o jornalista José Luiz Júnior.

    A entidade também está fazendo a aplicação de vacinas contra o vírus da Hepatite B e C.

    Ele afirma que milhares e milhares de irmãos morrem de Hepatite B e C. Hoje no mundo a cada 20 segundos, uma pessoa morre por conta das Hepatites B ou C, significa dizer que cerca de 1,5 milhões de pessoas morrem a cada ano. Estes dados são da La Organizacion de Ia Salud.

    José Luiz Júnior diz que “Deus me abençoou e eu convivi por mais de 30 anos com o vírus da Hepatite C, que terminou a me levar a uma cirrose hepática, pela graça de Deus, levou-me a um transplante, caminhou comigo, eu tenho a obrigação de trabalhar, de buscar, de ajudar a tantos outros que não sabem sequer se são acometidos deste mal. Peço a Imprensa, aos meus companheiros jornalistas como eu, a divulgar o risco que muitos estão correndo e que precisam conhecer através de um teste e ou vacina contra a Hepatite B ou C”.

    Destaca o jornalista que as pessoas precisam saber e se prevenir, é importante que a humanidade se conscientize também da necessidade que temos da participação de cada um se dispondo também para ser doador.

    Ressalta que “quando falamos em doar é procurar conscientizar a população de doar órgãos. Ajude-nos, a outros a viver, doe os seus órgãos, não os leve para o céu. Ele sabe que precisamos dele aqui. Hoje estou vivo porque alguém doou o seu fígado”.

    José Luiz Júnior salienta que “juntos nós podemos fazer muito pelos nossos semelhantes. Deus abençoe a todos. Nem todos chegam ao transplante, muitos ficam no meio do caminho, a caminhada é longa, é sofrida, se eu tivesse um dia feito o teste e fosse vacinado, poderia ter sido curado sem o transplante. Hoje dou graças a Deus e peço a cada ser humano, colega jornalista ou não, que possamos dar as mãos em defesa da vida. O ato de doação e importante diga a sua família que você e um doador. Quero viver, luto para viver, mas minha vida só tem sentido, na medida em que posso fazer algo de bom pelo meu semelhante. Lutemos contra este mal. Deus abençoe a todos!” concluiu.

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