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Procon vai ingressar uma Ação Civil Pública contra Sindicato dos Revendedores de Combustíveis

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Estamos elaborando uma Ação Civil Pública para ingressar contra o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis em Campina Grande e Região e alguns postos, para que expliquem os motivos que os impedem de repassarem as constantes reduções de preços dadas pela Petrobras para os consumidores campinenses”, anunciou o coordenador executivo do Procon, Rivaldo Rodrigues na reunião da CPI dos Combustíveis da Câmara Municipal.

Durante duas horas os vereadores integrantes da CPI, Alexandre do Sindicato, Rodrigo Ramos e o Pastor Luciano Breno interpelaram o coordenador do Procon de Campina acerca das análises realizadas pelo órgão sobre essa questão.imagemRivaldo Rodrigues explicou que já analisaram mais de 10 mil documentos oriundos de 58 postos de combustíveis localizados na cidade, que tiveram inúmeras reuniões com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis em Campina Grande e Região, Bruno Agra, e que ainda não está claro porque Campina tem os preços mais altos de todo o estado. “Sabemos que há uma discrepância nas reduções dadas pela Petrobras e as oriundas das distribuidoras locais, que o imposto cobrado pelo governo do estado é alto, mas até agora nada justificou de forma convincente essa diferenciação de preços entre Campina e o restante da Paraíba. Só sabemos que o dono do posto é o último a ser o culpado” disse.

O Procon entregou aos vereadores da CPI toda a documentação que vem sendo analisada desde setembro de 2018 e alguns relatórios mensais com preços de combustíveis pesquisados desde 2017.

O relator da CPI, o vereador Pastor Breno agradeceu as informações do coordenador do Procon sobre o caso e disse que a CPI vai buscar elementos que elucidem esta realidade de Campina. Caso não consigam uma explicação razoável vão levar o assunto ao Ministério Público para que o mesmo possa interpelar as distribuidoras.

Além dos vereadores e do coordenador Rivaldo Rodrigues, participaram da audiência os assessores jurídicos do Procon Kelly Agra e Raymundo Asfora Neto. A próxima audiência da CPI ficou agendada para o dia 15 de julho.

Fonte: Codecom

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