Olimpio diz que a prioridade de Campina não é só festa e cobra atenção de Romero para os “gargalos estratégicos” do município

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    O vereador Olimpio Oliveira voltou a criticar a priorização, por parte do prefeito Romero Rodrigues, do Projeto do Maior São João do Mundo – 2018. Na entrevista concedida na Rádio Campina FM, Olimpio disse que a prioridade de Campina não é só festa, inclusive, elencou diversas prioridades, as quais estão sendo, segundo ele, ignoradas pelo prefeito.

    Olimpio disse que o prefeito Romero Rodrigues deveria priorizar as metas e ações definidas no Planejamento Estratégico: “Campina 2035”, o qual foi elaborado com a participação da sociedade civil, sob a liderança da Federação das Indústrias da Paraíba, cujo planejamento deveria orientar toda a ação administrativa do governo municipal: “O planejamento Campina 2035 é uma contribuição que as organizações da sociedade civil entregaram ao prefeito para que tenhamos o desenvolvimento sustentável de Campina. O prefeito não pode deixar de lado tamanho esforço coletivo, pois no referido planejamento estão elencados os nossos maiores problemas e as nossas melhores qualidades. Ademais, em nenhum momento o planejamento indica que “O Maior São João do Mundo” é a maior prioridade da cidade”, criticou Olimpio.

    Segundo Olimpio, o prefeito Romero Rodrigues deveria, urgentemente, enfrentar cada um dos gargalos estratégicos apresentados no Planejamento Campina 2035: “Temos problemas sérios na saúde básica, na educação, no transporte coletivo e em diversas outras áreas. Lamentavelmente, não vejo o governo municipal priorizar o enfrentamento dessas principais debilidades do município”, explicou Olimpio.

    Conheça a síntese dos “gargalos estratégicos” apresentados pelo Planejamento Campina 2035:

    1. Baixo nível de escolaridade da população;
    2. Forte pressão sobre o Sistema de Saúde Municipal, em decorrência de debilidades na Atenção Básica;
    3. Concentração de pobreza;
    4. Fragilidade das instituições municipais;
    5. Saneamento e macrodrenagem;
    6. Debilidade do Sistema de Transporte Público;
    7. Gestão Fiscal com baixa capacidade de geração de receita própria;
    8. Níveis alarmantes de criminalidade.

    ***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria

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