As quase quatro toneladas de alimentos e produtos de higiene vencidos estavam interditadas no depósito e começaram a ser descartadas na quarta-feira, 13.
De acordo com a Gerente da Gevisa, Betânia Araújo, o material está sendo transportado cuidadosamente porque apresenta riscos até mesmo para a saúde dos profissionais da Vigilância Sanitária.
“Algumas embalagens mostram que os alimentos e produtos de higiene estão vencidos há mais de dois anos. Por isso, alguns estão sendo até incinerados por não poderem ser jogados junto com outros materiais diretamente no aterro”, disse.
A Polícia Civil apura se os alimentos eram comercializados em feiras livres de Campina Grande e mercados de cidades vizinhas, além de distritos. Os responsáveis pelo local respondem a processo e o depósito continua interditado por oferecer risco à saúde pública e por não possuir alvará de funcionamento.

Os proprietários alegaram que os alimentos seriam triturados para fazer ração animal e que alguns dos produtos serviam somente de matéria-prima para fabricação de sabão. Mesmo para essas finalidades, o material não pode ser utilizado.
Fonte: Codecom




























